Terapias e fono saem por R$ 5 mil, relata mãe de filho autista

Publicado em 28 de março de 2018

Aos 4 anos, Miguel já tem a agenda cheia. Pela manhã, vai à escola; à tarde, de segunda à quinta, faz de duas a três horas de terapias diversas para tentar lidar com as limitações do autismo.

A mãe se divide entre os cuidados com o menino e com os outros dois filhos, de 3 e 8 anos. “Conciliar as necessidades dos três é muito difícil porque o autismo acaba invadindo todo o espaço. E, como a gente sabe que o ganho é maior com terapia precoce e constante, não podemos abrir mão desse esforço”, diz Débora Espinosa Ferreira, de 36 anos, mãe de Miguel.

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